terça-feira, 27 de abril de 2010

VIOLAÇÕES DA ÁREA DE BALIZA - 3

Ainda sobre o tema das violações da área de baliza...
Antes de dar a minha opinião, deixo este conhecido vídeo para análise.

video

A utilização do espaço aéreo é legal?

segunda-feira, 19 de abril de 2010

VIOLAÇÕES DA ÁREA DE BALIZA - 2

Pegando novamente na mesma imagem que tenho vindo a utilizar, continuo a falar de violações de área.
Temos a equipa vestida de escuro a atacar. Imaginemos um movimento do pivot, que se desloca por dentro da área e por trás dos defesas, como indico nas marcas (ou, pelo menos, tento…). Este movimento ilegal, por dentro da área, pode ter sido feito consciente ou inconscientemente, mas deve ser sempre punido. A bola pode ir parar às mãos do pivot ou não, mas o certo é que a equipa que ataca acaba por tirar partido desta movimentação ilegal, nem que seja através da distracção que causa nos defesas e no guarda-redes.
É necessário assinalar, neste caso, um lançamento de baliza.

terça-feira, 13 de abril de 2010

VIOLAÇÕES DA ÁREA DE BALIZA - 1

Pego na mesma imagem que usei no post anterior, para falar de possíveis situações de violação nem sempre involuntária da área de baliza.

Reparemos no ponta, esquecendo que ele poderá estar fora do campo. Imaginemos que a sua posição é correcta, dentro das quatro linhas. Imaginemos ainda, que ele entra e sai da área de forma repentina, ou porque quer distrair os defesas ou porque queria entrar a segundo pivot e se arrependeu. Ou outro motivo qualquer!

O que deve o árbitro fazer neste caso? O jogador teve interferência no desenrolar do jogo?
O sentido de jogo deve ser invertido, precisamente porque se considera que o jogador usa de meios ilegais, por estar a usar uma zona do terreno que lhe é vedada pelas regras, e com isso tirar a vantagem de distrair os defesas, condicionando-os na sua acção defensiva.

Mais uma vez recordo que estas situações devem ser lidas à luz do contexto do jogo e de cada situação em si. Não é por um jogador pisar a linha "com uma unha" que vou inverter o sentido de jogo neste caso específico, mas também não se deve pensar "Oh, está na ponta, não afecta ninguém!", porque na realidade afecta...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

LIMITES DO CAMPO - 3

Permitam-me voltar atrás na sequência de temas, só neste post.

Vou continuar a falar de violações, mas à procura de uma imagem ou um vídeo que pudesse ajudar-me a ilustrar o que queria dizer, surgiu-me esta situação, ainda relativa aos limites do campo.

Atentemos na seguinte imagem.
A verde estão os árbitros. Bem colocados, a todos os níveis, no meu entender. Um bom exemplo.

Mas não é do posicionamento dos árbitros que quero falar, mas sim do jogador que está dentro da elipse vermelha. E como é que ele está? Fora do campo! Na melhor das hipóteses, tem um pé sobre a linha. Este jogador, se a bola lhe for endossada e ele partir para a baliza, vai tirar vantagem por partir fora do campo, podendo assim ganhar mais velocidade e, consequentemente, mais ângulo.

O árbitro deve, primeiro, solicitar ao jogador que entre dentro das 4 linhas. Se este não cumprir a indicação, deve ser assinalado lançamento livre contra a sua equipa.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

VIOLAÇÃO "INVOLUNTÁRIA"

Não sabia bem que título dar a este post, fiquei-me pela violação "involuntária".

Peguei num dos últimos comentários do post anterior, que aqui transcrevo em parte:

"A situação de entrada e saída pelo mesmo sitio só se coloca e sempre foi assim (mesmo após as varias alterações verificadas às Regras de jogo, inclusive as novas para 2010), quando o atacante após uma acção de remate, viola a área de baliza, e não concretiza a acção, para poder continuar então sim tem sair exactamente pelo mesmo sitio, senão será considerada violação da área de baliza."
Imaginemos um livre de 7m. O jogador remata e cai com as mãos dentro da área. Enquanto se levanta e se recoloca fora da área, a bola bate no guarda-redes e volta na sua direcção. O jogador recolhe a bola para novo remate.

Deve assinalar-se violação da área ou não?

Na minha opinião, depende da (in)existência de adversários com possibilidades de recolher a bola após esta ressaltar no guarda-redes.

Se não houver ninguém, então penso que o lance deve prosseguir pois o jogador não tira vantagem sobre ninguém, e joga a bola sempre fora da área.

Se houver um adversário que não consegue receber a bola por o rematador vir de dentro da área, então deve inverter-se o sentido de jogo.